A assinatura – que representa US$ 72 milhões em financiamento de dívida comprometido com o projecto – coloca o projecto nos carris para o início da construção em 2023 e operação comercial até 2025, com a Globeleq actuando como operadora, fornecendo capital, desenvolvimento do projecto e gestão da construção.
Além de melhorar a geração de energia no País, o projecto permitirá ao Governo criar economias cambiais significativas. O CEO da TBD, Michael Awori, afirmou sobre o projecto: “a TBD é uma forte apoiante do sector de energia nos seus estados membros que enfrentam deficiências e necessidades de longo prazo, financiando o comércio de commodities energéticas e ambições climáticas de longo prazo por meio de projectos de energia renovável, incluindo energia eólica, hidrolétrica, solar e, agora, energia geotérmica”.
Do financiamento de US$ 72 milhões, o BAD fornecerá US$ 29,5 milhões como dívida sénior, mobilizando US$ 22,4 milhões em co-financiamento.
O Vice-presidente de energia, clima e crescimento verde do AfDB, Kevin Kariuki, afirmou que a sua instituição facilitou “o financiamento concessional de US$ 20 milhões do Fundo de Tecnologia Limpa para apoiar a sustentabilidade da tarifa e, para este projecto específico, forneceremos uma Garantia Parcial de Risco de US$ 4 milhões para aumentar sua bancabilidade.”
O projecto geotérmico de Menengai representa parte do maior complexo de Menengai, o segundo campo geotérmico de grande escala actualmente em desenvolvimento no País. O projecto está alinhado com os compromissos do Governo do Kenya e da COP27 para aumentar os investimentos em energia verde neste País da África Oriental.



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