Com esta contribuição, a UE torna-se no maior doador do CCRT, com cerca de 426 M€ desembolsados até a data. Os recursos do CCRT são destinados ao alívio da dívida em 29 países de baixo rendimento, incluindo Moçambique, aumentando a margem fiscal para que os mesmos possam realizar gastos de saúde e sociais em resposta a actual crise Pandémica.
No comunicado de imprensa divulgado esta segunda-feira, o FMI avança que já desembolsou, até o momento, cerca de 500 milhões de dólares (ou 422 milhões de euros) em redução imediata da dívida a todos os 29 membros elegíveis do CCRT desde o início da pandemia este ano.
Kristalina Georgieva, directora-geral do FMI, considera que esta contribuição constitui “um passo crítico para ajudar os países mais vulneráveis do mundo a prestar cuidados de saúde e apoio económico ao seu povo durante a pandemia em curso” e exorta outros países membros a juntarem-se a UE contribuindo para o fundo.



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