Por sua vez, os sectores terciário e secundário registaram um desempenho negativo de 1,11% e 3,05% respectivamente, justificado pela queda das atividades nos ramos de Hotelaria e Restauração com uma variação de menos 15,13%, de Transportes e Comunicação com cerca de menos 9,64%, de construção com uma variação de menos 8.41%, na Indústria Manufatureira com menos 2,33%, do ramo da Eletricidade, Gás e Distribuição de Água com cerca de menos 2,21% e do comércio com menos 0,86%. Contudo, o ramo dos serviços financeiros registou uma variação positiva de 2,27%.
Em termos de peso na economia os dados do INE indicam que os ramos da Agricultura, Pecuária, Caça, Silvicultura, Exploração florestal e Actividades relacionadas tiveram uma maior participação conjunta no PIB na ordem dos 23,5%, seguidos pelo Comércio e Serviços de Reparação com 10,28%. Os ramos de Transporte e Armazenagem, atividades auxiliares de transporte, informação e comunicação ocupam o terceiro lugar com uma contribuição conjunta de 9,21%, seguido do ramo da Indústria Transformadora que teve um peso de 8,38%. O ramo da Educação, Aluguer de Imóveis e Serviços prestados às Empresas, Indústria de Extração Mineira, Administração Pública, Pesca e Aquacultura com pesos de 6,05%, 5,05%, 4,67%, 3,48% e 1,23%, respectivamente. Os restantes ramos de actividade tiveram em conjunto um peso de 28,14%.



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