METAIS RAROS: A MATÉRIA-PRIMA INVISÍVEL QUE MOVE A NOVA ECONOMIA MUNDIAL
Essenciais para a transição energética e a tecnologia moderna, os metais raros estão no centro de uma disputa estratégica entre potências globais
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Essenciais para a transição energética e a tecnologia moderna, os metais raros estão no centro de uma disputa estratégica entre potências globais
Divisas globais oscilam com a divergência das políticas dos bancos centrais e sinais mistos da economia mundial
Mercado mantém cepticismo face ao acordo entre Trump e Xi Jinping, enquanto OPEP+ prepara novo aumento da oferta
Investidores reagem à redução da taxa directora norte-americana e ao abrandamento do dólar, num contexto de incerteza comercial entre Washington e Pequim
Empresa norte-americana torna-se a primeira no mundo a atingir a marca histórica, impulsionada pelo boom da IA e pela procura global por chips avançados.
O marco histórico reflecte o impacto dos novos modelos de iPhone e a confiança dos investidores, apesar das preocupações sobre a estratégia de inteligência artificial e os desafios no mercado asiático.
O metal precioso recua ligeiramente para 3 957 dólares por onça, após atingir um máximo histórico acima dos 4 380 dólares, enquanto prata, platina e paládio seguem em terreno misto.
A moeda norte-americana recupera ligeiramente após duas sessões em queda, num mercado dividido entre o abrandamento monetário da Reserva Federal e os sinais de endurecimento na política japonesa.
Ngozi Okonjo-Iweala insta Washington e Pequim a recuarem na escalada tarifária e adverte que o “decoupling” entre as duas maiores economias do mundo representa um dos maiores riscos à estabilidade económica global desde a Segunda Guerra Mundial.
A Proximidade de um Acordo Entre Washington e Pequim Reduz a Procura por Activos Refúgio, Mas o Ouro Continua a Ser o Termómetro de Incerteza Global, Com Ganhos de 53% No Ano.
A Desaceleração Económica Norte-Americana E O Abrandamento Das Tensões Comerciais Entre Washington E Pequim Provocam Oscilações Cambiais Com Impacto Nas Economias Emergentes, Incluindo Moçambique.
A conferência das Nações Unidas sobre Comércio e Desenvolvimento encerrou com recorde de 170 países participantes e uma nova declaração política que propõe reformas estruturais em comércio, investimento, dívida e economia digital.
Expectativas de corte de juros nos Estados Unidos e sinais de progresso nas conversações comerciais com a China sustentam o dólar, enquanto moedas asiáticas e europeias oscilam em reacção à volatilidade cambial.
Tensões geopolíticas envolvendo Rússia e Venezuela e a decisão dos Estados Unidos de reforçar as suas reservas estratégicas animaram o mercado, travando a tendência de queda do preço do crude.
Dívida pública recorde, desaceleração do comércio, transição energética e regulação da inteligência artificial dominaram os debates em Washington, revelando a urgência de reformar as instituições financeiras internacionais e restaurar a confiança no sistema multilateral.