Ao longo dos 12 anos de sua existência, a ANJE tem-se detacado no desenvolvimento de acções de capacitação de jovens empresários, seus membros, portanto, visando a elevar a competitividade destes no mercado, permitir o acesso rápido a informação sobre oportunidades de negócio e legislação económica, de mameira que os jovens empreendedores possam, conformidade com o quadro legal de exercício da actividade económica em Moçambique, concretizar as suas ideias e projectos de negócios
A ANJE tem vindo a se destacar, igualmente, o em acções de lobby e advocacia em prol do florescimento do empresariado, entre os jovens jovem.
Depois da sua constituição em 2010, a ANJE decidiu lançar a conferência nacional de empreendedorismo, um evento anual que funciona como um mecanismo de promoção de negócios de jovens em Moçambique a todos os níveis, baseado na facilitação das ligações entre empreendedores desta camada social e com as entidades sociais, oportunidades de negócio e linhas de financiamento ou projectos de apoio às iniciativas juvenis. O evento serve também para a exposição de produtos e serviços oferecidos por jovens empreendedores, oportunidades de negócios para jovens, potencialidades para investimento dos jovens no País.
“Portanto, este evento é uma plataforma voltada para objectivos quantitativos e reais, e uma oportunidade para a recuperação dos negócios dos jovens afetados pelos conflitos militares no centro e norte, pelos fenómenos naturais com o destaque para o cicline IDAE e a pandemia do covid-19”, disse o Presidente da ANJE Lineu Candieiro.
Lineu disse na abertura da conferência que evento representa um momento importante na busca de soluções para os vários desafios que o empreendedorismo juvenil enfrenta em Moçambique, e traçar o melhor caminho para o futuro que se deseja
“Os jovens moçambicanos definem o empreendedorismo como via funcional para produzir a riqueza para o país e, por conseguinte, assegurar o desenvolvimento que precisamos, todavia, para a realização deste sonho é necessário que sejam removidos os empecilhos que existem, tais como, o custo de abertura das empresas mantém-se alto para os jovens, o elevado nível de burocracia nas instituições públicas, o peso e complexidade fiscal, a dispersão e elevado número de inspecções às empresas, inadequadas infraestruturas de transporte e logística”. Disse o Presidente da ANJE, que apelou as autoridades que estes “empecilhos”, sejam removidos.



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