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Terça-feira, 20 de Outubro de 2026
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Medidas do BM tornaram o financiamento bancário mais caro

OE
Redacção
7 Fev 2023 · 08h26
7 Fev 2023 · 11h36
1 minutos
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A medida do Banco Central de agravar o coeficiente de reservas obrigatórias agrava de forma significativa os custos de intermediação dos bancos, implicando uma redução nas taxas de depósitos dos clientes. A constatação é da Associação Moçambicana de Bancos (AMB), que diz ainda que a decisão retira um montante significativo de liquidez que existia no sistema financeiro.

De acordo com a AMB a partir de 1 de Abril, os clientes irão percepcionar um acréscimo no custo do crédito devido ao impacto que o coeficiente de reservas obrigatórias em moeda nacional tem no mecanismo do cálculo PRSF, que é a taxa de referencia para o crédito no sistema financeiro de Moçambique.  

Segundo a Associação Moçambicana de Bancos, citada pelo País Económico, o impacto será sentido no mercado de forma faseada em função do sistema financeiro nacional. Os Bancos decidiram, por enquanto, manter a taxa de referência para créditos bancários a Prime Rate a vigorar este mês de Fevereiro, nos 22,60%.

Esta é a segunda vez que consecutiva em que a associação mantém a taxa referida, depois de em Dezembro, ter decidido aumentar a referida taxa de 20,60% para 22,60%, a maior subida dos últimos 22 meses.

“No quadro da implementação do Acordo sobre o Indexante Único do Sistema Bancário Moçambicano, a Associação Moçambicana de Bancos (AMB) comunica o Indexante Único, o Prémio de Custo e a Prime Rate a vigorar no mês de Fevereiro de 2023”.

OE
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Informação e análise económica sobre Moçambique e a África Austral.

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