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Terça-feira, 20 de Outubro de 2026
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Petróleo na casa dos 96,5 dólares já recuou +12% esta semana

Descida dos preços do barril pode trazer mais um alívio na fatura das famílias e empresas com a compra de combustíveis, caso a tendência de queda se mantenha.

OE
Redacção
4 Ago 2022 · 19h36
1 minutos
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Os preços do petróleo continuavam a negociar em baixa na manhã desta quinta-feira, apesar do anúncio de um dos aumentos de produção mais tímidos da história do cartel internacional de produtores, a Organização dos Países Produtores de Petróleo, OPEP. Os investidores estão a acusar notícias de que as reservas de crude e de gasolina dos EUA aumentaram inesperadamente na semana passada.

Os futuros do Brent, referência para as importações nacionais, desciam 0,25%, para 96,54 dólares por barril. Enquanto isso, o norte-americano WTI recuava 0,1%, negociando em cerca de 90,59 dólares.

A manter-se a tendência, a matéria-prima poderá registar uma das maiores quedas semanais desde o início de abril. Desde segunda-feira que o Brent acumula uma perda superior a 12%, que pode trazer mais notícias positivas para as famílias, aliviando um dos factores que têm alimentado a inflação.

OPEP+ vai aumentar oferta de petróleo, mas a um ritmo lento

Esta descida dá-se mesmo depois de a Organização dos Países Exportadores de Petróleo e aliados (OPEP+) ter decidido, na quarta-feira, um aumento de produção em setembro de apenas 100 mil barris diários. É um dos ritmos mais baixos da história do cartel, o que representou uma derrota diplomática para a Casa Branca, que esperava e desejava mais.

O Presidente dos EUA, Joe Biden, que visitou a Arábia Saudita recentemente na expectativa de convencer Riade a aumentar a produção num volume capaz de pressionar os preços dos combustíveis, ao contrário da Rússia, aliada dos países exportadores, que tem interesse em que os preços se mantenham elevados.

OE
Redacção

O.Económico

Informação e análise económica sobre Moçambique e a África Austral.

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