Citando o Director para a área de Cooperação da Mozal, Gil Cumaio o “Noticias” avança que fundição Mozal, localizada no distrito de Boane, na província de Maputo, perspectiva para o ano económico que começou em Junho aumentar a produção para 578 mil toneladas de alumínio, contra as anteriores 538, ou seja, mais 40 mil toneladas que o ano passado.
Segundo Cumaio, o aumento perspectivado resulta do melhoramento das operações dentro da empresa.
Segundo explicou, ao “Noticias”, a previsão poderá influenciar os níveis de exportação do alumínio, como resultado de investimentos que a empresa vem realizando nos últimos tempos.
De acordo com a fonte, todo o alumínio produzido no passado foi exportado para vários mercados, com destaque para a Europa.
Nos últimos anos, as exportações moçambicanas são dominadas pelos lingotes de alumínio produzidos pela Mozal, sendo que a Holanda se destaca como o maior comprador desta matéria-prima.
Recorde-se que a Mozal é detida pela South32, com 47.1 por cento das acções, e opera a fábrica desde 2015, em substituição da BHP. Os outros accionistas são a Mitsubishi, 25 por cento; a Industrial Development Corporation – IDC, 24; e o Estado moçambicano, 3.9.
Desde Setembro de 2016, a empresa é dirigida por um moçambicano, Samuel Samo Gudo.
A Mozal é a única fábrica de fundição de alumínio em Moçambique e a segunda maior em África, num projecto que começou a operar como parte de um programa do Governo moçambicano com vista a atrair investimentos estrangeiros, no âmbito da recuperação da economia após a guerra dos 16 anos.



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