A Confederação das Associações Económicas de Moçambique (CTA), considera, por isso, que a FIKANI, será um momento de exaltação da resiliência que o sector demostrou, durante esse período tenebroso, cujo reflexo foi a diminuição de hóspedes em 45% em 2020 face a 2019, e o decréscimo do seu nível de contribuição no Produto Interno Bruto para 1,3% em 2020 comparativamente a 1,6% em 2019.
“Apraz-nos notar que actualmente, o sector exibe sinais de recuperação, à semelhança do que sucede com as restantes áreas económicas, havendo elevadas expectativas que o pacote de medidas de aceleração económica, anunciado pelo Governo, venha revigorar ainda mais esta tendência”, disse Vasco Manhiça, Vice-presidente da CTA.
“Esta feira não podia ser realizada no melhor momento, pois acreditamos que ajudara o sector a se posicionar em termos de produtos turísticos e as empresas que nela participaram melhor estarão expostas ao mercado regional e internacional”, frisou.



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